terça-feira, 27 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
POTENCIAL PRODUTIVO
De acordo com o especialista em treinamento empresarial, palestrante e diretor da WK Prisma, Werner Kugelmeier, em média, o profissional explora apenas 20% do seu potencial produtivo. "O potencial é pouco explorado, muitas vezes, por ignorância ou inércia dos profissionais, que estão na zona de conforto".Segundo ele, principalmente no final do ano, quando os profissionais estão em busca de uma efetivação (no caso dos estagiários) ou de uma promoção, em que o funcionário precisa fazer-se percebido por seu talento, é preciso explorar ao máximo o potencial produtivo.Processo
Confira abaixo sete avaliações que o profissional deve fazer para se conhecer e, assim, explorar seu potencial:
1-Auto-diagnóstico: o que gosto de fazer?
2-Auto-avaliação: estou fazendo o que gosto de fazer, explorando meus pontos fortes?
3-Benchmarking (busca de melhores práticas para um desempenho melhor): o quê, quando e onde posso aprender com elas?
4-Aprender: reflita diariamente sobre seu aprendizado;
5-Apanhar: saia da mesmice, do esquema, do controle e da burocracia;
6-Avanço: pedir para profissionais de competência um feedback;
7-Hábito: fazer de tudo uma rotina cíclica. VilõesAlém de fatores internos, os externos também podem diminuir o potencial produtivo de um profissional. E-mails, mensagens instantâneas, perguntas de colegas e telefonemas inesperados. Quem consegue se concentrar diante de tantas interrupções? Pois saiba que estes são alguns dos principais "vilões" no ambiente de trabalho, já que fazem com que o profissional perca o foco durante o expediente.
1-Auto-diagnóstico: o que gosto de fazer?
2-Auto-avaliação: estou fazendo o que gosto de fazer, explorando meus pontos fortes?
3-Benchmarking (busca de melhores práticas para um desempenho melhor): o quê, quando e onde posso aprender com elas?
4-Aprender: reflita diariamente sobre seu aprendizado;
5-Apanhar: saia da mesmice, do esquema, do controle e da burocracia;
6-Avanço: pedir para profissionais de competência um feedback;
7-Hábito: fazer de tudo uma rotina cíclica. VilõesAlém de fatores internos, os externos também podem diminuir o potencial produtivo de um profissional. E-mails, mensagens instantâneas, perguntas de colegas e telefonemas inesperados. Quem consegue se concentrar diante de tantas interrupções? Pois saiba que estes são alguns dos principais "vilões" no ambiente de trabalho, já que fazem com que o profissional perca o foco durante o expediente.
Atualmente, as pessoas trabalham sob pressão constante e desenvolvem várias tarefas ao mesmo tempo, mas sem finalizar nenhuma. Sem saber lidar com os "vilões" da distração, a atenção no trabalho se anula e a concentração cai.As conversas de corredor também são consideradas vilões. É claro que é interessante fazer contatos e até mesmo amizades no local de trabalho, mas nada de passar quinze minutos fazendo fofocas.
Reuniões a todo o momento também atrapalham a produtividade, ainda mais se gerarem discussões que não chegam a lugar nenhum. Além disso, problemas externos podem fazer com que o desempenho caia, como as questões familiares ou financeiras.
domingo, 4 de abril de 2010
MOTIVANDO SUA EQUIPE
Motivação é um tema sempre presente nas organizações , mas a motivação vem de dentro através de atitudes que fazem a diferença. Motivar, estimular, criar condições para que as pessoas não apenas produzam mais, mas, sobretudo, sintam-se parte daquilo que estão construindo, são grandes desafios das empresas.Acompanhe aqui dicas e sugestões de como estimular, conectar e motivar pessoas no trabalho. Leia, inspire-se e inspire seus colaboradores.
1) Forneça feedbacks
Muitas vezes, problemas de desmotivação originam-se depois de o funcionário não ter sido sequer notado pela execução de algo especial. Fale agora, portanto, ou cale-se para sempre, e assuma as conseqüências.
2) Rotacione o feedback.
Desarme-se e disponha-se a ouvir o que não quer. Trate a questão de forma profissional e aja da mesma forma. Tenha em mente que seu papel, enquanto gestor, é o de criar um ambiente de confiança. Se críticas forem necessárias, tente encaminhá-las dentro de uma perspectiva de aprendizagem.
3) Crie um ambiente agradável
Permita que as pessoas caminhem, conversem, interajam, levem objetos pessoais para seus postos de trabalho e, sempre que possível, que ouçam música. Lembre-se que um ambiente agradável não é, necessariamente, aquele que você cria, mas, sobretudo, aquele que você, com sua equipe, compartilha.
4) Cuide dos fatores físicos
O arranjo físico, como o acesso fácil às ferramentas necessárias, a limpeza e a higiene no ambiente de trabalho mostram atenção e valorização dos profissionais. Também vale ter cuidado com os tipos de móveis, cores e estilo de decoração, que são importantes estímulos visuais.
5) Perspectiva de progresso
Quando não é possível aumentar os salários, dê aos colaboradores uma perspectiva de melhora, como um plano de carreira ou possibilidade de promoção. Converse sobre isso, e demonstre que você está sensível a essas questões.
6) Estimule a reciclagem
O colaborador deve ser incentivado a se reciclar e a incorporar novas competências, ampliando seus horizontes e a visão do que realiza no cotidiano. Crie esse estímulo, mostre novas realidades do seu negócio, de sua área, de forma que o colaborador perceba a necessidade de acompanhar esse desenvolvimento.
7) Instale um painel de fotos
Tire fotos suas e de todos os colaboradores – em situações do cotidiano ou em festas – e coloque-as na parede. Você logo verá a diferença no ânimo de seu pessoal. Não se esqueça de se incluir nas fotos.
8) Permita intervalos
Todos vão render mais e ficar motivados se puderem parar para respirar. Diga isto e mostre como é importante uma parada de tempos em tempos.
9) Crie um “momento mágico”
Uma vez por semana, desenvolva alguma atividade inusitada junto de sua equipe, como leitura de contos, anedotas, roda de histórias, sessão de meditação, entre uma infinidade de opção que você tem para quebrar a rotina, integrar seu pessoal, divertir e motivar para o trabalho.
10) Crie espaço para desenvolver talentos
Sempre que possível identifique colaboradores que gostariam de apresentar algum trabalho ou performance para a equipe. Nada relacionado ao trabalho. Por exemplo, se alguém gosta de cantar, crie esse momento nas empresas, convide o(s) funcionário(s), e planeje uma apresentação.
CONSULTORIA E PALESTRAS: e-mail: msvhelena2008@hotmail.com ou pelo fone
(19) 8173.1075
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quarta-feira, 31 de março de 2010
MOTIVE SUA EQUIPE DE VENDEDORES
Existem muitas coisas que podem ser feitas sem nenhum – ou quase nenhum – dinheiro para estimular a equipe. Vejamos dez idéias diferentes que podem ser, agora mesmo, facilmente colocadas em prática em sua empresa:1- Sirene – Instale uma sirene ou sino que possa ser tocado sempre que alguém atingir determinada meta.
2- Apareça para conversar – Faça com que os diretores da empresa apareçam regularmente para conversar com os funcionários. Muitas vezes, simplesmente aparecer, sentar em frente á mesa e perguntar como vão as coisas estimula mais do que outras formas que poderiam passar meses sem ser notada.
3- Música - Deixe os funcionários escutarem música no ambiente de trabalho – mas cuidado com essa idéia, pois muitas vezes acaba em bagunça. Estabeleça algumas regras e faça com que sejam respeitadas, sem exceções.
4- Agradeça - Diga “obrigado”! Antes de ir embora, tente agradecer pelo menos uma pessoa dentro da empresa por ter ajudado você durante o dia. Com o passar do tempo isso traz resultados fantásticos.
5- Mantenha todos informados - Crie um newsletter interno, só com notícias, informações e comentários internos divertidos. Peça para que as pessoas mandem novidades para seu e-mail, junte tudo uma vez a casa 15 dias e passe para a sua lista interna de contatos. Com certeza vai ser um sucesso.
6- Economia - Ajude a empresa a economizar dinheiro. Agora com essa história de racionamento de energia, ficou ainda mais importante economizar. Faça um campeonato interno, pedindo idéias sobre como economizar energia e premie os vencedores com uma daquelas velas de decoração – algumas são muitos bonitas e caras – ou qualquer outra lembrança estimulante.
7- Não desmoralize, estimule - Evite das prêmios para os piores; é desmotivador e desmoralizador. Durante um vôo de avião em que as aeromoças cometeram uma série de erros – por exemplo: derrubando café em um passageiro – o capitão, ao dar o seu discurso de sempre pelo microfone, disse: “Nossa empresa tem as melhores aeromoças do país. Infelizmente, nenhuma delas está no vôo de hoje”. Foi muito engraçado na hora, mas constrangedor para toda a equipe. Melhor mesmo é premiar publicamente a excelência e chamar para uma conversa pessoal quem não estiver atingindo suas metas.
8- Trabalho em equipe - Premie com dinheiro e outros incentivos a todos da empresa, não apenas quem está diretamente ligado a vendas; afinal, sem o suporte do restante da empresa, os vendedores dificilmente terão sucesso. Esse apoio precisa ser reconhecido, se você quiser que os outros departamentos continuem motivados para dar o suporte necessário a uma equipe de vendas campeã.
9- Fale a verdade, sempre - Estimule todos na equipe a admitirem os erros, reconhecendo imediatamente quando pisarem na bola. Isso faz com que o ambiente seja muito mais produtivo. Mas o exemplo deve vir de cima, senão fica só o discurso bonito e, na prática, mentiras, conchavos e um bando de incompetentes jogando a culpa em cima dos outros.
10- Presentes - Aproveite feriados para dar presentes baratos para a equipe. Panetones no Natal ou Páscoa, bombons no Dia dos Namorados, bolas antiestresse em aniversários. Enfim, simples lembranças que são dadas para que a equipe saiba que a empresa pensa nela. Outra coisa muito popular e que não exige um investimento monetário são os “vales-descanso”. Como o nome diz, são vales que as pessoas podem trocar – sair mais cedo um hora, uma manhã ou tarde de folga, um dia inteiro; tudo depende das metas estabelecidas. Esse é um prêmio que todos querem ganhar e não vai exigir que o cartão de crédito seja usado.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
VENCENDO O MEDO DE FALAR EM PUBLICO
O medo de falar em público é bastante comum, e em geral decorre da ausência de experiência ou preparação para fazer apresentações, dar palestras, defender trabalhos ou conduzir reuniões.A experiência é algo que você só pode adquirir com o tempo, mas a preparação está – em maior ou menor grau – ao alcance de quase todos, consistindo no domínio do tema, do ambiente, das expectativas do público e das ferramentas à sua disposição.
Superar o medo de falar em público pode ser um fator de sucesso para impulsionar sua carreira. Todo profissional tem oportunidades em que precisa dirigir-se a uma audiência, e sair-se bem nestes momentos atrai a atenção de todos – especialmente do seu chefe ou potencial empregador, que certamente está sempre à procura de pessoas com talentos de comunicação.
As várias formas de ensaiar sua apresentação
Os ensaios têm mais de uma finalidade. A maior parte das pessoas pratica suas apresentações como forma de aumentar sua familiaridade com o material e de criar mais confiança e segurança em si mesmos, mas você pode obter muitos resultados além desse, se ensaiar com efetividade.
Claro que nem toda apresentação merece todas as técnicas, e que quanto mais experiência você tiver, menos precisará investir em ensaios. Aplique as técnicas conforme a situação exigir.
Veja o que mais você pode obter com cada uma das técnicas:
Pratique a apresentação diante do espelho: praticar a apresentação sozinho é algo natural e óbvio, mas a prática diante do espelho pode ser (erroneamente) confundida com vaidade. Mas é uma forma importante de perceber vários fatores importantes que podem desviar a atenção do público e diminuir a qualidade da apresentação: a sua postura, se oscila o corpo enquanto fala, a forma como posiciona as mãos, sua expressão facial, etc.
Ensaie de frente para a parede: é o oposto do ensaio no espelho. Sem distrações, sem apoio, nada além de você perdendo a dependência dos slides, falando e se ouvindo, e corrigindo, e percebendo claramente os pontos em que o discurso “empaca”.
Pratique com amigos e depois com colegas: quando os colegas não são propriamente amigos, você acrescenta algum pressão à equação do ensaio. Claro que nem se compara à pressão do evento em si, mas é um ingrediente a mais no realismo do ensaio. Além de praticar mais vezes, você ganha a chance de experimentar como se sai de fato interagindo com algum público. As pessoas entendem o que você está falando? Não estranham os títulos? Não se distraem com as ilustrações? Aprenda com as perguntas que os amigos e colegas fizeram, aceite as críticas e corrija.
Grave um ensaio: ninguém gosta de assistir a gravações de si mesmo, mas é um recurso valioso mesmo assim. Assistindo (ou ouvindo) a uma gravação de si mesmo você pode perceber erros de temporização, pontos em que você gaguejou, murmurou, acelerou, fez gestos estranhos… Assista, corrija e grave de novo.
Faça um ensaio geral: em pelo menos duas ocasiões em que fiz apresentações de projetos fora do meu ambiente usual e para grandes públicos, tive oportunidade de fazer um ensaio geral, no próprio auditório onde se realizaria o evento, já com a versão final do material, na presença de colegas e com acesso a todas as ferramentas: microfone, projetor, a pessoa que controlaria os slides, etc. Foi valiosíssimo, permitiu ajustar muitas questões, inclusive uso do espaço sem ficar na frente da tela, uso do púlpito e do microfone, deslocamentos, etc.
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